Redeemer

O gênero brawler (também conhecido como beat ’em up) dominou os fliperamas no final da década de 80 e início de 90. Jogos como Final Fight, Captain Commando, Streets of Rage e Cadillacs & Dinosours foram uma verdadeira febre. Com o tempo, os games de “briga de rua” foram sumindo do mercado e aparecendo, timidamente, em jogos indies aqui e ali. Redeemer veio para preencher esse vazio no coração dos gamers fãs do estilo.

Análise | Redeemer

História?

Produzido pelo estúdio russo Sobáka (e lançado dia 01/08/2017), Redeemer conta a história de um ex-chefe de segurança de uma empresa de armas. Ele, durante muitos anos, fez “trabalho sujo” para seus patrões e chegou o dia de “queimar” o seu “arquivo”. Porém, ele consegue fugir e se esconde durante 15 anos em um monastério. Com a alma purificada de seus pecados, ele volta com sangue nos olhos para se redimir de todo o mal que causou. Sim, a história não faz o menor sentido…mas quem se importa?

O personagem principal possuí nome, mas nem precisaria. Ele não possui profundidade e tão pouco seus inimigos durante o game, todos bem genéricos. Isso é um ponto bem fraco no jogo. Mesmo os brawlers mais antigos possuem chefes de fase carismáticos e marcantes, coisa que não acontece em Redeemer.

Análise | Redeemer

Jogabilidade e visuais excelentes

A jogabilidade do jogo merece destaque. Por se tratar de um beat ’em up, não se espera muita complexidade. E é nesse ponto que somos surpreendidos. Uma série enorme de combos, interações com o cenário, armas (brancas e de fogo) e contra golpes muito bons. E quando você deixa seu inimigo “tonto” (como nos clássicos do gênero) pode finaliza-lo de várias formas diferentes. Que tal cravar corpo dele em uma árvore seca? Ou corta-lo com uma serra industrial de uma fábrica abandonada? Faça o que sua mente insana (e o cenário) permitir.

Não pense que você vai sair batendo em todos por ai e com isso terá êxito. O jogo impõe um sistema interessante para você recuperar sua energia: matando seus oponentes. Inicialmente parece fácil, mas depois fica bem complicado equilibrar em quem bater primeiro quando se esta cercado por quinze ou 20 soldados.

Para ajudar na plasticidade da ação, o jogo conta com gráficos impressionantes. Todos os cenários são bem caprichados, desde o monastério até a base secreta e os dutos subterrâneos, tudo te enche os olhos. Em muitos momentos, os detalhes do cenário me fizeram lembrar de Diablo 3 (e isso é muito para um jogo indie).

Resumo final

Redeemer é um clássico do gênero. Violência em proporções industriais, gráficos belíssimos e jogabilidade refinada. A história deixa muito a desejar mas no geral, é um game bem divertido. Vale a pena conferir.

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