Battlefield: Hardline

Depois de ser adiado para que fosse dado um maior ênfase em estabilidade, foi finalmente lançado, em 17 de março, o tão contraditório Battlefield: Hardline.

Fugindo de toda tradição da série, Battlefield: Hardline não possui temática militar, e sim uma pegada “polícia e ladrão”. Nada mais de tanques, LAVs, jeeps ou jatos. Isso dividiu toda a legião de fãs da série em dois grupos: os haters e os céticos. Confesso que, antes de jogar o primeiro beta, eu fazia parte do primeiro grupo. Porém o lançamento do segundo beta me fez ver todo o potencial do jogo.

Diferente de seus dois predecessores (Battlefield 3 e 4), Battlefield: Hardline teve um lançamento digno de um título AAA. Nada de bugs agravantes, crashs ou problemas com o tal netcode. O jogo roda liso e sem (tantos) framedrops, mesmo não rodando a 1080p nos consoles de nova geração (900p no PS4 e 720p no Xbox One), é prometido um framerate de até – atentem ao meu ceticismo – 60fps.

Nessa versão temos o retorno de alguns modos clássicos, como Conquest e Team Deathmatch, que dispensam apresentações, além de três novos modos, Hotwire, Heist e Blood Money, e dois modos competitivos, Crosshair e Rescue.

Hotwire

Battlefield: Hardline

Podemos não ter tanques ou LAVs mas nós temos carros. Sim, carros! E esse é o principal atrativo do multiplayer! Em vários modos podemos jogar com sedans, muscle cars e carros blindados, em particular temos um novo modo chamado Hotwire. Esse modo funciona basicamente como o clássico Conquest, a diferença é que os pontos de captura (flags) não estão numa posição fixa no mapa tão pouco são bandeiras e sim carros!

Quem já jogou algum Battlefield ou qualquer outro jogo que possui um modo de jogo no estilo Conquest sabe que ganha o time que mantiver a maior parte dos objetivos sobre seu controle. Em Hotwire funciona da mesma forma, a diferença é que você precisa dirigir o carro e manter uma velocidade para que o objetivo seja capturado.

Heist

Battlefield: Hardline

Podemos traçar um comparativo entre Heist e o modo clássico Rush, onde um time defende os objetivos e o outro time tem que atacar. Nesse caso o objetivo é uma pilha de dinheiro. Policiais tem que defender os pontos que contém esse dinheiro (o cofre de um banco, a mansão, dentre outros), enquanto os bandidos devem coletar o dinheiro e levar até o ponto de extração.

Blood money

Um pouco semelhante ao modo Heist, o Blood money gira em torno de uma pilha de dinheiro, dessa vez num ponto central do mapa. A diferença entre esse modo e o Heist é que em Blood money ambos os time devem assegurar a maior parte do dinheiro e, a parte mais legal, é a possiblidade de roubar dinheiro diretamente da base do inimigo!

Crosshair

Battlefield: Hardline

A série Battlefield sempre falhou ao tentar entrar na cena competitiva dos FPS, e Crosshair é mais uma tentativa. Pra quem jogou Counter-Strike conhece esse modo com VIP, e funciona de forma bem simples: no começo do round um dos policiais é marcado como VIP e o outros devem protegê-lo e levá-lo até o ponto de extração, enquanto os bandidos tentam matá-lo.

Rescue

Outro modo que lembra Counter-Strike. Em Rescue o time dos mocinhos tem que recuperar reféns que são protegidos pelos bandidos. Bem simples.

Sobre gameplay

Hardline herda várias características de seu predecessor, Battlefield 4, e adiciona à essa formula várias funcionalidades bem interessantes. O novo sistema onde os pontos são convertidos em dinheiro. Que por sua vez, é utilizado pra comprar novas armas, acessórios ou gadgets. Com esse sistema de progressão você escolhe o que quer comprar e não mais precisa jogar com armas/gadgets que não te interessam só pra liberar aquela M16A3. 😉

Battlefield: Hardline

Outra coisa que Battlefield: Hardline faz melhor que seus irmãos mais velhos é na fluidez do jogo. Agora temos um First Person Shooter de verdade! Nada mais de mortars, ucavs, suvs, xm25. E aquele monte de coisa que fazia ‘BOOM’ e não precisava de skill nenhum. Falando em skill, recoil (recuo da arma) é algo pra se preocupar nesse novo título.

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