Melhores discos de todos os tempos #9: Dave Matthews Band – Crash

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Mais um artigo sobre os Melhores discos de todos os tempos. Dessa vez eu fiquei um bom tempo olhando para as listas. Passei o olho pelo álbum do filme Footloose (que basicamente só conheço a música tema) e decidi começar a ouvi-lo. Então bati o olho em Dave Matthews Band e vi que Crash estava em 48º da lista da Rock and Roll Hall of Fame. Da lista de músicas do álbum, apenas #41 era bem conhecida por mim. O restante era uma incógnita. Para falar a verdade, não sei bem porque disso. Então estava decidido qual álbum eu falaria!

Melhores discos de todos os tempos #9: Dave Matthews Band

Ao som de Crash do DMB eu mergulhei um pouco em um estilo musical que muito me interessa. Tive o prazer de ouvir, ouvir e ouvir mais ainda esse grande álbum. E que álbum!

Eu tive o primeiro contato com DMB em 2005 (quase 10 anos após Crash) e não tenho muito orgulho dessa demora, claro. Tinha em meu set list apenas uma música que um amigo meu me passou na época: #41. Uma coisa que percebia ao ouvir essa música era a paixão que existia no som – o que pude perceber ainda mais ouvindo o álbum inteiro.

Crash

Dave Matthews Band é uma banda norte-americana formada em Charlottesville, Virgínia em 1991. Criada pelo cantor, compositor e guitarrista sul-africano Dave Matthews. O estilo deles é o Jazz Fusion, que consiste na mistura do jazz com outros gêneros, particularmente rock ‘n roll, funk, rhythm and blues. Crash é exemplo desse estilo: um choque de diversos estilos musicais, muito instrumental e com muito peso em vários momentos.

“Celebrate we will because life is short but sweet for certain” (algo como Celebrar iremos porque a vida é curta mas doce com certeza) é o lema pregado por Two Step: um épico estilo bluegrass (estilo característico do Sul dos Estados Unidos, onde os instrumentos revezam-se em solos e improvisos enquanto os outros fazem o acompanhamento) que mostra todo poder instrumental da banda.

Agora, veja (e ouça) #41 – que para mim é a melhor música do álbum e resume muito bem o estilo das 12 músicas que o compõe.

Conforme eu ia ouvindo o álbum eu ficava extasiado. A fusão de vários estilos me fez parar tudo que estava fazendo para prestar bastante atenção no que chegava aos meus ouvidos. Um mix de violão, saxofone, violino, flauta, um contrabaixo muito puxado para o jazz, bateria e percussão impecáveis. #41 é apenas um bom exemplo de Crash, mas dou destaque a Crash into me, Two Step e So Much to Say (o qual ganhou um Grammy).

O álbum é simplesmente sensacional. O som da banda é cheio de improvisos. Solos de violão, saxofone, violino e algumas músicas longas que variam de 5 a 9 minutos. Em show as versões das mesmas músicas podem dobrar de tempo, o que pode não agradar a todos. Mas para o meu caso, que curto músicas longas e muito instrumental, foi uma ótima pedida para a semana.

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