Sexo e Videogames (Parte 2)

*Nota: Se você não leu a parte 1, clique aqui.  Este artigo possui linguagem inapropriada para menores.

A geração do Playstation 2 e Xbox, foi marcada por uma dezena de jogos eróticos interessantes. Um destaque foi o instigante e competente 7Sin, um simulador de vida no estilo The Sims, onde o jogador vivenciava diversas situações envolvendo os sete pecados capitais, entre eles a Luxúria. E da-lhe sexo casual com bonecos.

Sexo e Videogames (Parte 2)

7Sins era um sensual jogo erótico para Playstation 2 e Xbox

Outro destaque desta época foi o regular “Playboy: The Mansion”, outro simulador de vida, só que desta vez você assumiu o lugar do fundador da playboy, o velhinho safado do Hugh Hefner.

O jogo fez ligeiro sucesso e deixou os fãs literalmente na mão, pois nenhuma nova versão foi lançada.

Sexo e Videogames (Parte 2)

Playboy The Mansion permitia o jogador encarnar na pele do dono da Playboy

Tivemos também nesta mesma época uma volta não tão triunfante do Larry, ou melhor, do sobrinho do Larry no razoável “Leisure Suit Larry: Magna Cum Laude”. Eu particularmente achei o jogo bem legal, mas as opiniões se dividiram e o jogo não emplacou, ainda mais com o fardo das ótimas versões para PC.

Sexo e Videogames (Parte 2)

Leisure Suit Larry: Magna cum Laude é um retorno pouco triunfante.

Dentro dos jogos esportivos também surgiram games safadinhos, como Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball e BMX XXX, que exploravam a sexualidade usando de pano de fundo os esportes. O jogo de vôlei das meninas peitudas foi bem aceito, mas o BMX ficou uma lástima.

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Sensual jogo de voley agradou alguns fãs

Já falando dos jogos não eróticos, mas com cenas de erotismo, um jogo em específico foi destaque pois gerou certo burburinho. Indigo Profecy, primeiro trabalho da aclamada produtora “Quantic Dream” (Heavy Rain, Beyond), teve cenas de sexo censuradas em sua versão ocidental.

Quem também não deixou a sacanagem de lado foi o aclamado “God of War”, visceral jogo de aventura do Playstation 2 que se destacou pelas intensas cenas de ação e pela digna cena de sacanagem de Kratos com duas garotas seminuas. Na cena era preciso acertar uma sequência de botões para se chegar a um orgasmo. Um verdadeiro clássico da sem vegonhisse digital. E que se repetiu nas seguintes sequencia, com direito a uma bela suruba com afrodite e suas servas.

Sexo e Videogames (Parte 2)

Gof of War tinha muita pancadaria, muito sangue, mas também tinha sexo.

Mas o caso mais chocante desta geração foi a polêmica envolvendo o clássico “GTA SAN ANDREAS”. Acontece que os danadinhos dos produtores esconderam em seu jogo um minigame chamado “hot coffee”, onde era possível simular cenas de sexo explícito, incluíndo ballcats e várias posições sexuais. A polêmica só não foi maior pois este minigame só era acessível burlando o jogo através de um MOD, e ficou restrito aos usuários de pc.

Sexo e Videogames (Parte 2)

Uma verdadeira entrelaçada de polígonos

Todo mundo que é dono de um Playstation 3, um Xbox 360 ou um PC mais novo e costuma jogar os games mais atuais, com certeza já esbarrou em alguma cena erótica de algum game moderno. Praticamente todas as grandes franquias continham alguma cena de romance mais picante. Seja em Assassin’s Creed, Far Cry, Mass Effect, GTA, Super Mario Galaxy (ops, esse nem tanto).

O que ajudou a esta guinada na sensualidade foram os novos recursos de narrativa. Com mais recursos e mais polígonos, cenas de sexo que antes pareciam ridículas começaram a somar na narrativa, seja para descontrair, ou para indicar um avanço no relacionamento de dois personagens.

Mas alguns jogos iam além, na série Mass Effect, um rpg aberto onde suas decisões pesavam no enredo, em determinado momento do jogo, dependendo das suas escolhas, era possível ter um caso amoroso heterosexual, homosexual ou intergaláctico. A escolha era sua. O mesmo caso valia para Dragon´s Age, da mesma produtora. E valia tudo. Inclusive deitar homem com homem, mulher com mulher, anão com elfo, ET com mulher, ET com anão, opa, melhor parar por aí.

Sexo e Videogames (Parte 2)

As possibilidades sexuais em Dragon´s Age e Mass Effect geraram polêmicas.

Muito tem se falado sobre a união da poderosa indústria pornográfica e a também poderosa dos games.

Apesar de juntar milhões, existe uma demanda enorme por uma maior interatividade na industria erótica, e o Kinect da Microsoft parece ter dado uma luz no fim do útero.

Sexo e Videogames (Parte 2)

O Kinect promete revolucionar a indústria pornográfica.

Com chegada da realidade virtual e os novos aplicativos abertos, a tendência é que as duas vertentes se encontrem. Mesmo que de forma ainda marginal. Já nos games tradicionais, a tendência é que o erotismo se torne mais real. Mas que sirva apenas para enriquecer narrativas e descontrair jogadores. A premissa do sexo nos nosso queridos jogos não é criar uma legião de punheteiros… Mas sim deixar os jogos mais próximos do realismo dos filmes.

Conclusão

No mais, eu espero que ele esteja sempre presente, não só nos games como na nossa vida. Pois além de fazer bem, é graças ao sexo que estamos aqui, jogando e curtindo os games que tanto amamos.

Vamos amar pessoal!

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